Fonte opensource
Fevereiro 2, 2009
Eu já postei por aqui uma fonte livre. Se você usa Fontlab pode fazer o download da fonte nesse formato. Em todo caso é uma bela fonte.
Mais sobre tipografia nesse site.
Eu já postei por aqui uma fonte livre. Se você usa Fontlab pode fazer o download da fonte nesse formato. Em todo caso é uma bela fonte.
Mais sobre tipografia nesse site.
Pronto! Uma desculpa a menos para não economizar.
A fonte foi desenvolvida pela Spranq, uma empresa baseada em Utrecht, Holanda, lugar onde a forma é levada a sério, a começar pela Casa Schröder e é Open Source. Foi baseada em outra fonte, também livre, a Vera.
O tipo não faz milagre, deve ser usado em tamanhos relativamente pequenos e, quando impresso, apresenta um aspecto acinzentado (efeito da economia de tinta, ou você acredita em mágica?). O truque é que ela é toda vazada por furinhos ecológicos.
Abaixo um screenshot que eu fiz usando TextEdit. Verdadeiramente convincente.
Faça o download, não custa tentar. Quem sabe você muda a identidade visual da sua empresa por um motivo nobre?
Já vi todo tipo de brincadeira com ideogramas, mas é a primeira vez que eu posso fazer isso com minhas próprias mãos - ao menos sem ofender a tradição milenar da caligrafia do gênero.
Nesse site você pode desenhar usando ideogramas ou fontes ocidentais, depois seu desenho vai para a galeria e as pessoas podem votar.
Dica do Breno.
Como muitos (felizmente) sabem, desde o ano passado blogueiros do mundo todo se unem em um dia do ano para postarem em conjunto sobre temas relevantes. Ano passado foi meio ambiente. Vejam os números de 2007:
20.603 Blogs Participaram
23.327 Posts (Google Blog Search)
14.631.038 leitores de RSS

Você pode ver todos os números e mais detalhes no blog oficial.
Este ano o tema é pobreza, na minha opinião o mesmo do ano passado, ou seja, tornar nosso mundo habitável.
O Brasil é, como eu costumo dizer, o país dos recordes bizarros: temos uma abundância de recursos naturais, em alguns casos os mais vastos do mundo, mas muitas pessoas não têm acesso a água potável. Temos uma gigantesca produção de alimentos, mas uma enorme parcela da população passa fome. Costumam chamar a isso “desigualdade social”.
Por isso volto a insistir: o tema deste ano não é diferente do ano passado. Essas coisas estão ligadas. O blog action day surgiu nos países ditos desenvolvidos, a meu ver, por que eles têm um grande senso de culpa pelas calamidades ocorridas em nosso mundo. O Brasil não foi protagonista de guerras mundiais, nem destruiu toda sua floresta em uma corrida industrial.
Essa culpa se sublimou em forma de movimentos ambientalistas, movimentos contra a fome e a pobreza, contra o trabalho escravo e todas essas mazelas dos países (ainda uso essa expressão no lugar daquele eufemismo ressentido) subdesenvolvidos.
Os países ricos destruíram suas mais valiosas riquezas para terem acesso ao que chamam de civilização. Agora sentem falta do que não mais possuem e convocam os países que ainda têm (dentre eles Brasil) a não cometerem o mesmo erro.
A resposta de muitos brasileiros é “vocês destruiram o de vocês e agora estão no topo, não tentem impedir o meu desenvolvimento”. A minha resposta continua sendo: o mundo é de todos, se nós não cuidarmos dele, quem irá? Será que nós estamos prontos para viver em um mundo rico, mas sem recursos naturais? Será que isso é, aliás, uma possibilidade?
A Terra já sobreviveu a muitas catástrofes, muitas extinções em massa. Ela não se importa, sobreviverá a nós. A pergunta é: será que nós sobreviveremos a nós?
Como muitos sabem, a Ãndice namora com a Música e com a Animação.Agora a gente foi convidado pelo selo indie Objeto Sonoro para fazer uma animação para o clip da banda Capim Maluco.
O que você viu acima é um primeiro teste, mas já tem a estética que vai ser usada na animação: uma linha que anda da esquerda para a direita e vai desenhando objetos em um fundo móvel.
Em breve aqui fotos da estrutura bizarra que nós montamos para fazer as fotos.
Com algum atraso saiu o Reel 2008 da Ãndice com direito a trilha sonora original feita por nós. Esperamos que não seja o único desse ano, mas isso só o futuro pode dizer.O Reel anterior foi feito um pouco à s pressas e essa versão deve ter corrigido alguns erros da anterior. Se você sentiu falta de algum dos nossos trabalhos recentes nesse Reel avise-nos para não deixarmos escapar para o próximo.Você ainda pode ver uma versão HD do video aqui.
Como muitos sabem eu sou fã de música de todos os gêneros. Esse video de promoção da Orquestra de Câmara de Zurique traduz bem a sensação de se ouvir música orquestral (ou de câmara) do século XIX.
Weird Fishes: Arpeggi from flight404 on Vimeo.
Mais uma vez Flight 404 surpreende.
Dessa vez ele deixou disponÃvel a versão HD (quicktime).
Diz o rapaz que não houve nenhum processamento posterior. O vÃdeo que vemos é o resultado da renderização a partir do código. Que isto sirva mais de inspiração que de desespero para os que, como eu, trabalham com processing.
ée pois é, o nome do post ficou estranho, mas é isso mesmo!Â
Hj a tarde, em meio a um momento de descontração kung-furistica com o Primo (que não gerou nenhum dano extra aos nossos ossos), me lembrei de uma cena clássica, onde Vicent (bandido) agarra com os dedos o peito de Spike (mocinho), q acaba cuspindo sangue e vira uma presa fácil.
Isso não teria o menor sentido no blog de uma empresa de design… se a cena não fosse tão boa a ponto de eu lembrar dela quase 3 anos após ter assistido o filme.
No caminho de volta até minha casa lembrei de outras pérolas do Anine (seja pelas cores, pela animação, pelo roteiro..etc) e resolvi postar algumas dessas obras-primas para ver se mais alguém ja gastou horas assistindo 5 mil vezes a mesma cena!
A primeira é essa que descrevi no começo do post… quem ja assistiu o filme do seriado COWBOY BEBOP sabe que a direção dessa animação é muito legal, junta vários elementos do pop americano com tradições e estilos asiáticos (a trilha sonora é um sucesso a parte, a melhor e mais autêntica que ja escutei vindo de um anime!).
Segue uma compilação das cenas de luta do filme, aproveitem!  Â
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