Outubro 30, 2007

“Se a água atingir este nÃvel, não precisaremos mais da ponte. Continue dirigindo, quem sabe a gente chega láâ€.
A interferência artÃstica foi feita por Ogul Oz na ponte Hoofddorpweg, em Amsterdã (Holanda).
Conhecida como um dos “paÃses baixosâ€, a Holanda será uma das primeiras partes do globo a ser varrida do mapa se a carro-dependência não for curada.
Retirada de Apocalipse Motorizado.
Outubro 25, 2007

A Estapar Estacionamentos lançou recentemente, em 23 unidades de São Paulo, os EcoBicicletários. A iniciativa foi lançada em apoio às atividades propostas para o Dia Mundial Sem Carro.
O uso da bicicleta representa uma mudança de comportamento com grande impacto positivo não só para a saúde do ciclista, como também para o meio ambiente e a cidade. Se um profissional escolhe pedalar ao invés de dirigir seu carro até o local de trabalho, deixa de lançar para a atmosfera, em uma semana, 15 quilos de CO2 (considerando que deixou de utilizar um veÃculo popular movido a gasolina percorrendo uma trajetória de 20 quilômetros por dia). Em apenas um mês, esse ciclista deixa de emitir 60 quilos de CO2, o principal gás responsável pelo fenômeno do aquecimento global.
Se apenas 1% dos motoristas de São Paulo (aproximadamente 35 mil pessoas do total de 3,5 milhões) que utilizam o automóvel como meio de transporte diariamente na capital paulista adotarem esse hábito por somente UM DIA, a atmosfera se verá livre de 108 toneladas de CO2. Isso equivale ao que 720 árvores nativas da Mata Atlântica absorvem em 37 anos, em seu processo de crescimento por meio da fotossÃntese. Elas ocupariam uma área um pouco maior do que meio campo de futebol. Isso em apenas um dia!
O estacionamento de bicicletas custa R$ 2,00/hora.
leia mais em Instituto Akatu e Estapar.
Outubro 23, 2007

O ex-vice presidente dos EUA, realizador do filme “Uma verdade Inconveniente” e os relatores do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas da ONU (IPCC) foram agraciados neste úlitmo dia 12/20 com o Prêmio Nobel da Paz.
O Comitê do Nobel justificou a escolha por considerar a mudança climática como um dos fatores que podem ameaçar as condições de vida de grande parte da humanidade.
O IPCC reúne mais de 2.500 técnicos do mundo todo, que contribuem com o órgão produzindo relatórios relacionados às mudanças climáticas. O Brasil possui 61 participantes junto ao IPCC.

Chamado de recuperador de calor para chuveiros elétricos, o sistema possibilita uma redução de 44% no gasto de energia elétrica de uma residência.
O funcionamento é simples. Em vez da água da caixa ou da rede de distribuição ir direto para o chuveiro, ela segue por uma mangueira e chega a uma plataforma de plástico reforçado instalada no chão do banheiro, com 58 centÃmetros (cm) de diâmetro e 4 cm de altura com tapete e estrutura antiderrapante. Dentro dela existe um trocador de calor feito de alumÃnio, na forma de um encanamento em espiral, que recupera o calor da água quente do banho e aquece, em cerca de 20 segundos, a água limpa no interior do cano. A água aquecida é levada, por pressão natural ou por um pressurizador, para o chuveiro.
Nas residências o consumo de energia elétrica representa 24% do total gasto no Brasil, ou 83 mil megawatts-hora (MWh) por ano, segundo a Empresa de Pesquisa Energética (EPE) do Ministério de Minas e Energia. Desse número, de 26 a 32% representam o aquecimento de água para banho, grande parte concentrado no horário de pico, entre 18 e 21 horas. Dessa forma, o gasto energético nacional apenas com chuveiro atinge cerca de 22 mil MWh. Segundo números da Rewatt, se todos os chuveiros brasileiros adotassem o recuperador de calor, a economia de energia elétrica seria equivalente a 2,56% do total consumido no paÃs, igual a uma porção de 8 mil MWh, semelhante à s necessidades energéticas anuais do estado de Goiás, por exemplo.
 Leia mais em Rede Cluster de Educação Ambiental.
Outubro 19, 2007
Â
 O PAPA do Techno ta chegando…. e pra quem ainda não sabe que tipo de música eu gosto.. é esse tipo, tá?!
Lote promocional:
M$40 - H$70
Outubro 15, 2007
Imagem retirada de: http://www.uwsp.edu/Hoje, 15.861 blogs de todo o mundo assumiram o compromisso comum de anunciar algo sobre meio ambiente, seja sobre o aquecimento global, seja sobre a poluição, seja sobre o desmatamento, seja sobre desenvolvimento sustentável… qualquer assunto que seja sobre meio ambiente.Eu vou aproveitar esse dia para pensar sobre o assunto Homo sapiens sapiens, uma espécie entre a mais de 1.750.000 espécies conhecidas e provável uma entre as mais de 5.000.000 que ainda temos por conhecer.Uma espécie com neocórtex desenvolvido e polegar opositor (com a licença de Jorge Furtado), resultados de milhões de anos de evolução, que nos possibilitou o uso de ferramentas e a construção de coisas infinitas para nossa sobrevivência. Que nos possibilitou ganhar consciência de nossos atos, que nos permitiu construir conglomerados de sociedades de aparente convivência e altruÃsmo, onde cada ser trabalha em prol do bem comum. A mesma consciência que nos faz cuidar e sustentar outros seres humanos não tão afortunados, ao doarmos mais um prato de comida para poderem sobreviver até amanhã. A mesma consciência que julga errado comer cachorros, mas não vacas e galinhas. A mesma consciência que julga os outros seres vivos inconscientes, por simplesmente não fazer idéia do que se passa nas suas cabeças.A mesma consciência que nos faz agora pensar que estamos agredindo o “meio ambiente”, como se este fosse uma entidade a parte do ser humano, como se não fizessemos parte do “meio ambiente” e que agora cabe a nós, como únicos seres conscientes de seus atos, intervir para não destruÃ-lo por completo. O fato é que nós, Homo sapiens sapiens, assim como todas as outras espécies, somos parte do meio, e qualquer ação por parte de qualquer espécie afeta o ambiente de alguma maneira.Acredito que se aproveitarmos hoje para pensar sobre qual é o papel das ações que cada um exerce no todo e se queremos ou não para si próprio, poderemos parar de ficar tentando convencer as pessoas a consumir menos, a não jogar lixo na rua, a reciclar seu lixo, a reduzir o consumo de água e luz, a buscar soluções menos poluentes, etc… pois tudo isso pareceria tão óbvio quanto escovar os dentes para não ficar banguela.visite o site do Blog Action Day para ver os blogs participantes.
Outubro 11, 2007
é esse o novo clipe da banda Arcade fire!
A música é a Neon Bible e o clipe é feito em flash…
ficou bom d+ da conta…
*//
Comments Off

Outra alternativa às garrafas pets.
O comerciante José Alcino Alano, 54 anos, criou um sistema de aquecimento solar de água feito com garrafas plásticas de refrigerante, o pet, e caixas de leite de um litro.
Na sua residência, o sistema abastece dois banheiros e custou um investimento total de R$ 83,00. Apesar de hoje estar precisando de uma ampliação, Zé Alano, como é mais conhecido, consegue economizar até 120 quilowatts de energia elétrica por mês.
O sonho do comerciante agora é ver o seu invento sendo utilizado em escolas, creches, entidades e pela comunidade em geral. “Nós registramos a patente não para desenvolver um processo industrial, mas justamente para evitar que outros não utilizem comercialmente a idéiaâ€, ressalta.
Interessados em construir o próprio aquecedor solar podem baixar o manual no endereço: http://www.meioambiente.pr.gov.br/arquivos/File/meioambiente/solar.pdf
leia mais aqui.

Móvel produzido a partir de garrafas pets. Imagem retirada de: Ambiente Brasil.
Utilizadas principalmente por indústrias de refrigerantes e sucos, as garrafas PETs movimentam hoje um mercado que produz cerca de 9 bilhões de unidades anualmente só no Brasil, das quais 53% não são reaproveitadas. A proposta de uso da embalagem por indústrias de cerveja preocupa ambientalistas. Com isso, cerca de 4,7 bilhões de unidades por ano são descartadas na natureza, contaminando rios, indo para lixões ou mesmo espalhadas por terrenos vazios.
O problema que a reciclagem também não serve para resolver todo o problema, uma vez que, ao contrário das latinhas de alumÃnio e vidros que podem virar latinhas e vidros novamente, as pets recicladas, além de gastar muita energia no processo de reciclagem, não viram pets novamente e sim plásticos de segunda linha. A solução poderia estar na diminuição de seu consumo primário ou seu reaproveitamento como o caso destes móveis feitos a partir de garrafas pets coletadas em rios e lixões.
Leia mais em: Rede Cluster de Educação Ambiental.